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Uma arma de erosão massiva: as vagas que se dizem migratórias
Enquanto milhares de jovens marroquinos entravam em Ceuta perante a impotência das forças de segurança espanholas e a indiferença cúmplice das autoridades marroquinas, em Madrid tinha lugar a festa do Dia do Trono, organizada pela embaixada de Marrocos para assinalar a chegada à chefia do Estado de Mohamed VI. Só a importância que Marrocos foi ganhando nas suas relações com a UE, e muito particularmente com Espanha, justifica na lista de presenças anunciadas nos jardins da embaixada que tanta gente se tenha disposto a enfrentar o calor de Madrid em tal data. Vários membros do governo espanhol deveriam estar presentes
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O meu sogro
Nascido numa família de médicos (pais e avô paterno) e tias professoras universitárias, quando me casei entrei numa de profissionais liberais e nenhum funcionário. Sentado ao topo da mesa nos almoços de domingo, o meu sogro era o maior e o melhor de nós, meros aprendizes. Sem estudos universitários era dono de uma empresa em Évora com dezenas de funcionários que, em décadas, nenhuma crise (e foram muitas) afectou ao ponto de ter problemas. O meu sogro tinha esta característica que admiro e que só tinha encontrado no meu patrono, também empresário, quando fiz o estágio de advocacia: preparava-se para
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Ceuta e a esquerda
As reacções ao desastre de Ceuta deixaram totalmente transparente a posição política que a esquerda europeia ocupa em matéria de imigração. Ceuta foi o caso extremo, o exemplo-limite, que tornou o implícito perfeitamente explícito. O inefável Pedro Sánchez chamou-lhe “invasão” e “ataque”. No entanto, é questionável que alguém como ele, como os seus ministros e parceiros de coligação, possa descrever aquelas dezenas de milhares de pessoas como “invasores”. É verdade que o raciocínio é mais subtil. Os invasores são, afinal, outros – para o governo espanhol, todos menos Marrocos. São as “máfias”, os Estados Unidos e, para celebrar o anti-semitismo
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Polémica em Coimbra: Torreense pediu penálti de Inbeom nos instantes finais do jogo com o FC Porto
  Árbitro nada marcou e VAR não fez qualquer alerta
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O relvado, os três minutos a abrir, a lesão de Bednarek: Farioli e as “circunstâncias complicadas” que dão mais sabor à Supertaça
O Benfica mudou de treinador. O Sporting manteve o treinador, mas revolucionou o plantel. O FC Porto manteve o treinador, não revolucionou o plantel e reforçou uma ideia. Ou seja, entre a mudança encarnada e uma espécie de evolução na continuidade leonina, os dragões procuraram seguir uma verdadeira máxima do futebol: afinal, em equipa que ganha não se mexe. “Falam de dar o próximo passo… O FC Porto é um clube enorme.” Querem que seja o novo Bruno de Newcastle, mas ele ainda é o Victor do Porto O FC Porto conquistou a Supertaça Cândido de Oliveira contra o Torreense
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Inbeom Hwang fez penálti aos 90′? Houve alguma infração na área do Torreense? Os caso da final da Supertaça, em vídeo
Em qualquer cenário, nunca seria um jogo fácil para André Narciso. Não, o árbitro da Associação de Futebol de Setúbal não teve propriamente culpa, até porque tinha a oportunidade de dirigir a primeira final da sua carreira aos 43 anos. No entanto, todo o clima em torno da arbitragem, da investigação da Polícia Judiciária a alegadas práticas de corrupção que foram denunciadas numa participação com 20 páginas à suspensão da primeira Ação de Reciclagem e Avaliação da nova época de 2026/27 até haver uma conversa já de madrugada com Pedro Proença, era tudo menos propício a isso. Era nesse contexto
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Mais Supertaças do que todos os outros juntos, mais títulos do que qualquer um: FC Porto ultrapassa Benfica com 88.º título
Já tinha sido assim no Kick Off da Liga Portugal, quando Tiago Madureira, responsável pelo futebol dos azuis e brancos, aproveitou a cerimónia depois do sorteio da Primeira Liga para recordar o número de títulos que o FC Porto conquistou na sequência do último Campeonato. Agora, não foi diferente: ainda na flash interview, Victor Froholdt, eleito o MVP da partida, fez questão de recordar que, a partir da Supertaça, o FC Porto era o clube com mais títulos nacionais. Há curiosidades que se tornam fatores de motivação para qualquer equipa e os dragões não foram diferentes, destacando no final da
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O prolongamento que nunca chegou, a Primeira Liga que “há de chegar” e o “sentimento agridoce” que chegou: as reações do Torreense
O Torreense perdeu a Supertaça frente ao FC Porto por 1-0, mas saiu do estádio de cabeça erguida. Luís Tralhão não escondeu o orgulho pelo que a equipa apresentou em campo – nem a amargura de ter ficado tão perto de forçar o prolongamento. “Pessoalmente, tenho um orgulho brutal nesta equipa e nestes jogadores. Fazer o jogo que fizemos enche-me de orgulho. Por outro lado, já me estou a habituar a ganhar taças e sinto que ficámos tão perto… não existem vitórias morais, mas há aqui um sentimento agridoce. Acho que tivemos quase o mesmo número de oportunidades, não tenho
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“Falam de dar o próximo passo… O FC Porto é um clube enorme.” Querem que seja o novo Bruno de Newcastle, mas ele ainda é o Victor do Porto
Victor Froholdt foi um dos protagonistas da semana. Com a saída de Bruno Guimarães para o Arsenal cada vez mais próxima, o Newcastle parece ter-se virado para o médio dinamarquês e estará até disposto a chegar bem perto dos 85 milhões de euros da cláusula de rescisão. Um sonho financeiro para o FC Porto, um pesadelo desportivo para Francesco Farioli — por agora, porém, Froholdt ainda é decisivo. Este sábado, no Estádio Municipal de Coimbra e na Supertaça Cândido de Oliveira, o médio de apenas 20 anos marcou o único golo e garantiu a vitória do FC Porto contra o
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FC Porto vence Torreense e conquista a Supertaça pela 25.ª vez
Bastou um golo de Froholdt. Os dragões travaram a caminhada histórica de um Torreense que chegou a Coimbra como o primeiro clube do segundo escalão a vencer a Taça de Portugal, e reforçaram a liderança isolada do palmarés da prova, agora com mais 15 troféus do que o Benfica. O FC Porto conquistou este sábado a Supertaça Cândido de Oliveira pela 25.ª vez, ao vencer o Torreense, da II Liga, por 1-0, no Estádio Cidade de Coimbra. O golo do dinamarquês Victor Froholdt, aos 38 minutos, decidiu a 48.ª edição da prova e entregou aos dragões o primeiro troféu da
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